terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Apesar das novas regras, clientes têm dificuldades para desbloquear celulares

SÃO PAULO - Apesar de as novas regras da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) estarem em vigor desde o último dia 13, alguns consumidores estão tendo dificuldades para desbloquear seus aparelhos celulares gratuitamente nas lojas da operadora em que foram adquiridos.
A informação é da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), que tem recebido reclamações de associados. A entidade orienta os clientes a formalizarem queixa na Anatel e nas entidades de defesa do consumidor nos casos em que as operadoras estejam criando entraves para o cumprimento desse direito.
Possibilidade restrita
De acordo com a Pro Teste, na prática, a possibilidade de usar o chip de qualquer empresa de telefonia móvel no aparelho ainda é restrita. Isso porque, se o aparelho foi adquirido a preço subsidiado, numa promoção, o desbloqueio só é possível após o cumprimento do prazo de carência do contrato, ou pagamento de multa.
Apesar de algumas operadoras já venderem aparelhos desbloqueados, mesmo antes da determinação da Anatel, somente os aparelhos que forem comprados a preço de mercado têm de sair desbloqueados da loja.
E com o celular desbloqueado, o usuário pode, entre outras coisas, usar o chip de outra empresa para aproveitar uma promoção, economizando com as chamadas. A troca é possível porque, na tecnologia GSM, utilizada por todas as operadoras, os serviços e o número da linha estão vinculados ao chip.
Limitação máxima de 12 meses
Ainda segundo a Associação, a Anatel restringiu a até 12 meses qualquer limitação de mudança prevista no contrato de prestação de serviço que o consumidor assina na hora da compra de um aparelho. Isso vale para o desbloqueio de celulares e também para a alteração da operadora.
Desta maneira, depois de um ano de vigência do último contrato, a operadora não pode cobrar multa de quem quiser desbloquear um aparelho subsidiado ou pedir a mudança ou cancelamento de plano.
Entre 29 de agosto de 2008 e março de 2009, entrará em vigor a portabilidade numérica, que permitirá que o consumidor troque de operadora sem mudar de número. Assim, além de levar o número quando mudar de operadora, com o celular desbloqueado, o consumidor não precisará comprar novo aparelho.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Fidel renuncia após 49 anos e abre caminho para irmão

Fidel Castro renunciou à Presidência de Cuba após 49 anos no poder, em uma mensagem publicada nesta terça-feira (19) pela imprensa oficial. A saída definitiva dele do cargo ocorre cinco dias antes de o Parlamento definir a nova cúpula do governo.

"Não aspirarei nem aceitarei - repito - não aspirarei nem aceitarei o cargo de Presidente do Conselho de Estado e Comandante-em-Chefe", afirmou o cubano na carta, assinada de próprio punho às 17h30 locais (19h30 de Brasília) do dia 18 de fevereiro.


Último líder histórico do comunismo, Fidel, de 81 anos, anunciou a renúncia após quase 19 meses de convalescença de uma grave doença - de origem intestinal (veja mais abaixo) -, que o levou a ceder o comando do país em caráter provisório ao irmão Raúl, de 76 anos, que hoje ocupa o Ministério da Defesa.


* Fidel e Raúl
Na noite de 31 de julho de 2006, Fidel Castro surpreendeu Cuba e o mundo com o anúncio de que cedia o poder ao irmão Raúl, em caráter provisório, depois de sofrer hemorragias. Sem revelar até o momento qual doença o afeta, Fidel admitiu que esteve à beira da morte. Perdeu quase 20 quilos nos primeiros 34 dias de crise, passou por várias cirurgias e dependeu por muitos meses de cateteres.

* Caminho aberto
Com sua renúncia, Fidel deixa o caminho livre para Raúl ser eleito presidente do Conselho de Estado, sem que se descarte uma eventual surpresa como o vice-presidente, Carlos Lage, de 56 anos, o que levaria ao poder uma nova geração.


"Felizmente nosso processo ainda conta com quadros da velha guarda, junto a outros que eram muito jovens quando se iniciou a primeira etapa da revolução", destacou Fidel Castro.
"Contam com a autoridade e a experiência para garantir a substituição. Dispõe igualmente nosso processo da geração intermediária que aprendeu junto a nós os elementos da complexa e quase inacessível arte de organizar e dirigir uma revolução", acrescentou.


* Fidel e o poder
Em dezembro de 2007, o comandante cubano havia expressado em uma mensagem escrita que não estava aferrado ao poder, nem obstruiria a passagem das novas gerações, mas em janeiro foi eleito deputado e ficou tecnicamente habilitado para uma reeleição no próximo domingo.
"Trairia (...) minha consciência ocupar uma responsabilidade que requer mobilidade e entrega total que não estou em condições físicas de oferecer. Explico isto sem dramaticidade", completou o líder cubano, na carta de segunda-feira.

Desde março de 2007, já afastado do cenário público, sendo visto apenas em vídeos e fotos, Fidel Castro se dedicava a escrever artigos para a imprensa sob o título de "Reflexões do Comandante-em-Chefe".


* 'Soldado das idéias'
"Não me despeço de vocês. Desejo apenas combater como um soldado das idéias. Seguirei escrevendo sob o título 'Reflexões do companheiro Fidel'. Será uma arma a mais do arsenal com a qual se poderá contar. Talvez minha voz seja ouvida. Serei cuidadoso." Fidel advertiu aos cubanos que "o caminho sempre será difícil e requererá o esforço inteligente de todos". "Desconfio dos caminhos aparentemente fáceis da apologética, ou a autoflagelação como antítese." "Preparar-se sempre para a pior das variantes. Ser tão prudente no êxito como firme na adversidade é um princípio que não pode ser esquecido. O adversário a derrotar é extremamente forte, mas o temos mantido na raia durante meio século", expressou. Na mensagem, o Fidel destaca que nunca deixou de lembrar que seguia uma recuperação "não isenta de riscos". "Meu desejo sempre foi cumprir o dever até o último alento. É o que posso oferecer", ressaltou.


Fonte: GLOBO.COM

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

sQuba, o Rinspeed que sabe mergulhar, vai a Genebra


Conhecida por seus projetos inovadores, como o Splash, marca suíça cria novo devaneio aquático


Quando Frank M. Rinderknecht, dono da Rinspeed, divulgou que faria um carro capaz de submergir, o sQuba, muita gente deve ter duvidado de que isso era possível. Não deveria, uma vez que este suíço já provou ser capaz das coisas mais malucas e divertidas sobre rodas, como o eXasis, o esportivo transparente, e o Splash, o carro-anfíbio que anda “sobre as águas”, entre outras criações. Pouco antes do início do Salão de Genebra, onde o carro será mostrado oficialmente, eis as primeiras fotos do sQuba submergindo. E ele é bonito até debaixo d’água (literalmente)!A inspiração, como se pode imaginar, é o Lotus Esprit que o espião mais famoso do cinema (Bond, James Bond) usou para escapar de seus perseguidores no filme “O Espião que me Amava”. “E é exatamente 30 anos depois de o filme ter sido feito que esta sequência incrível, ainda que animada, se materializa e vira realidade no mundo atual”, diz Rinderknecht.O que o sQuba deve ter de mais surpreendente, além de poder mergulhar (a até 10 m de profundidade) é o fato de ele ser elétrico. As baterias de íons de lítio costumam ser leves, mas, mesmo assim, é incrível que o carro pese menos de 920 kg. Com isso, seu motor, que não é exatamente um primor de potência (73 cv a 4.500 rpm) ou de torque (160 Nm a 1.500 rpm), consegue levar o pequeno e limpo esportivo a 120 km/h de máxima e a 80 km/h, partindo do 0, em 7,1 s. O sQuba tem 3,79 m de comprimento, 1,94 m de largura, 1,12 m de altura e 2,30 m de entreeixos. Como todo bom esportivo, tem tração traseira, mas seu câmbio, sobre o qual não há muitas informações, parece ser automático, tendo apenas três posições: R (ré), N (neutro e F (frente). O carro é bastante baixo: fica a apenas 1,3 cm do chão!Para navegar, o sQuba tem dois propulsores por hélice na “popa” do carro. Para dar uma de submarino, o carrinho suíço tem dois jatos que ficam sob suas extremidades traseiras. A velocidade na água é bem baixa: 6 km/h sobre a água e 3 km/h debaixo dela.As suspensões do sQuba são independentes nas quatro rodas, com braços sobrepostos, e as rodas são de aro 17” na dianteira e de aro 18” na traseira, respectivamente com pneus 205/40 R17 e 225/40 R18.O inusitado do sQuba se completa com o fato de ele ser um roadster. Se James Bond tivesse de dirigi-lo, teria de usar um smoking de neoprene. A explicação para isso, entretanto, é simples: vidros comuns não resistiriam à pressão da água, mesmo que apenas a 10 m de profundidade. Também há o gosto de Rinderknecht, notório apreciador de roadsters. Para não matar o superagente afogado, o carro conta com tanques de oxigênio com bocal no painel, tanto para o motorista quando para o passageiro (todas as mulheres de James Bond morrem, mas não precisa ser no carro...). Assim como outros modelos da Rinspeed, o sQuba será apenas um modelo de demonstração, um filho único (ainda que de pai muito rico... e excêntrico).


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Governo quer fim de fumódromo e cigarro mais caro

O governo federal retomou uma discussão polêmica, mas considerada essencial por especialistas: a necessidade de aumentar o preço do cigarro e, principalmente, a fixação de um valor mínimo por maço. Além de reiniciar o debate sobre o aumento de preços no Ministério da Saúde e entre a equipe econômica, o Executivo prepara-se para encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que proíbe até mesmo os fumódromos em locais públicos e particulares.
As medidas fazem parte de programa para tentar conter a disseminação do tabagismo, principalmente entre jovens. A elevação dos preços seria uma forma, já que existe uma extrema facilidade de se comprar cigarros. Na última comparação de preços, o país ocupou o 6º lugar no ranking de cigarros mais baratos do mundo. Alguns setores do governo sustentam que o aumento de preço pode elevar a sonegação e o contrabando. Em 2007, o governo aumentou o imposto que incide sobre o cigarro. Mas o aumento da carga tributária não elevou o preço do produto.
Além da discussão sobre os preços, a política antitabagista espera agora contar com o fim dos fumódromos. O projeto de lei foi encaminhado na semana passada para a Casa Civil. A proposta do governo retira parte do artigo 2º da Lei 9.294/96. O texto proíbe fumar em recinto coletivo, privado ou público, salvo em área destinada exclusivamente a esse fim. O governo quer retirar essa parte que prevê a exceção até mesmo fumódromos instalados em empresas.
O projeto de lei dos fumódromos deverá ser encaminhado em regime de urgência. Mas a proposta deve enfrentar resistência do lobby da indústria do cigarro. No passado recente, a indústria mostrou força política no Congresso, sobretudo no episódio da ratificação da Convenção Quadro do Tabaco. O Brasil foi um dos primeiros a assinar o acordo, mas demorou dois anos para ratificá-lo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Ford Ka chega com uma dura missão

A grande aposta da Ford para o Brasil chega no início de 2008 às concessionárias da marca. Trata-se da nova geração, totalmente nacional, do Ka. Isso mesmo: apesar das especulações e brincadeiras sobre o batismo do pequeno automóvel, o nome continuará o mesmo. E ele chega por R$ 25,19 mil já com travas elétricas, controle remoto para abertura das portas, abertura do porta-malas e botão de “pânico” (que produz um "bip" e pisca as luzes do veículo quando acionado), alarme volumétrico, travamento automático das portas a 15 km/h e abertura do porta-malas no painel. Limpador e desembaçador, além de comando interno dos retrovisores, só a partir do pacote Fly.Com 3,84 m, o novo Ka cresceu bastante. Agora há lugar para cinco passageiros, que têm 2,45 m de entreeixos para se acomodar, um espaço maior que o de muitos de seus concorrentes. O porta-malas também cresceu e tem agora espaço para 263 l de bagagem, com um tanque de combustível de 45 l, para maior autonomia.Da versão antiga sobraram apenas as 27 mil unidades emplacadas em 2007, praticamente a mesma quantidade de Volkswagen Gol comercializada em um único mês. Os números de vendas do pequenino simpático da Ford eram tão fracos que nem as inúmeras versões criadas dinamizaram a produção: Ka MP3, One, XR, GL e Action, entre outros. Para nova fase do “Fordismo” nacional haverá apenas duas configurações. Uma equipada com o motor 1,0-litro e outra 1,6-litro, ambas com tecnologia flexível em combustível. Vale lembrar que o propulsor de 1,6-litro deixa o Ka ágil e extremamente divertido de dirigir. Trata-se de uma excelente combinação de peso, suspensão, potência e dirigibilidade. São 110 cv, quando abastecido a álcool, para 942 kg, uma relação peso/potência de 8,6 kg/cv. No 1-litro, que tem 73 cv (com álcool) e 905 kg, a relação aumenta para 12,5 kg/cv.Partindo de R$ 25,19 mil, o novo Ka pode chegar aos R$ 36,39 mil, o valor da versão com motor 1,6-litro mais bem equipada. O Ka 1.6 mais barato sai por R$ 31,8 mil. Todas as versões vêm, de série, com botão de “pânico” (para achar o Ka no estacionamento), travas elétricas, controle remoto para abertura das portas e do porta-malas, pára-choques pintados na cor do carro, alarme, travamento automático das portas a 15 km/h e abertura do porta-malas no painel.Mas o projeto B402 vai muito além de um simples lançamento nacional. Ele chega com a incumbência de resgatar a linha de produção da Ford em São Bernardo do Campo, localizada na grande São Paulo. Antes da novidade havia cerca de 4.500 funcionários, praticamente de braços cruzados. Com isso, foi preciso acontecer uma negociação entre sindicato e indústria. No final, os trabalhadores conseguiram convencer a Ford sobre a criação de um modelo a custos operacionais menores. A principal vantagem do recém-lançado é o espaço. O modelo antigo custava R$ 24 mil com motor 1,0-litro. Completamente diferente, o Ka 2008 tem lugar para três pessoas no banco traseiro (o antigo só permitia duas) , graças a utilização da plataforma do Fiesta geração anterior, e teto mais elevado.Por fora, o Ka nacional ficou mais moderno. O conjunto óptico adotou o mesmo formato utilizado pelo Fiesta produzido em Camaçari, na Bahia. Já na parte traseira o modelo ganhou lanternas menores e vincos que remetem com sutileza a modelos mais encorpados, como, por exemplo, o utilitário-esportivo Porsche Cayenne. Por dentro, o Ka utiliza uma mistura de componentes do novo Fiesta e do modelo anterior. Finalmente há um porta-luvas, em vez daquele nicho com tampa que havia no lado direito do painel. Como a porta é a mesma do modelo anterior, os painéis internos e seus desenhos se repetem.Os bancos e os encostos são novos e de espessura menor, com o objetivo de gerar a idéia de mais espaço. As pernas do passageiro, entretanto, vão continuar apertadas, ainda que menos do que no modelo antigo. O formato do assoalho também prejudica o conforto.O volante do Ka é parecido com o do Fiesta atual, assim como o painel. No primeiro contato com o carro, nota-se que a área envidraçada oferece melhor visibilidade que a do Ka lançado em 1996.Os principais concorrentes do novo Ka são: Chevrolet Celta, Volkswagen Gol, Fiat Palio e Fiat Uno. Todos os modelos prezam por economia, pouco conforto, manutenção barata e durabilidade.O Gol custa a partir de R$ 26 mil, tem maior número de concessionárias e apresenta pouca desvalorização. Em compensação, o alemão tem o seguro mais caro da categoria. Já o Palio custa em média R$ 29 mil, mostra um design atual e oferece um dos melhores acabamentos entre os veículos de entrada. Em contrapartida, apresenta um valor que destoa do do restante do segmento. O Fiat Uno é o carro mais barato do mercado, porém é o mais espartano de todos. Com seguro elevado, ele é o acesso mais fácil para quem nunca teve um meio de transporte particular. O Chevrolet Celta, esse sim, é o principal concorrente do novo Ka. Por R$ 26 mil, o automóvel da marca americana começou como o novo Ka. Simples de acabamento, projetado e produzido no Brasil, apenas na versão duas portas e totalmente inédito.A missão do Ka é: resgatar a fábrica de São Bernardo do Campo, fortalecer a imagem da Ford no segmento popular, recuperar o volume de vendas e garantir ao consumidor um produto inovador. Vamos ver se ele tem poder para isso.


Fonte: Yahoo! Brasil.

Fluminense humilha o Mengão

Chuva torrencial, raios, falta de energia elétrica e um show em especial de Thiago Neves. Todos esses ingredientes fizeram parte de uma goleada do Fluminense. No final, o Tricolor venceu, de virada, o Flamengo por 4 a 1 com três gols de Thiago Neves e um do volante Maurício. De quebra, o time da Laranjeiras se tornou o único time que mantém a invencibilidade em 2008 no Campeonato Carioca.
Os primeiros dez minutos de jogo explicaram o que foi a primeira etapa já que pode se notar um Fluminense insinuante, com maior posse de bola e exigindo muito do goleiro Diego. Aproveitando-se da boa apresentação de Arouca, Dario Conca e Thiago Neves, o Fluminense aproveitou-se do espaço na lateral-direita, nas costas de Egídio.
Enquanto isso, o Flamengo buscou o contra-ataque já que os quatro volantes que formavam o meio-de-campo rubro-negro não estavam em tarde inspirada no quesito criação de jogadas.


Fonte: Yahoo!

Bianca, Marcelo e Felipe se enfrentam no Paredão

O quinto Paredão do Big Brother Brasil 8 acaba de ser formado. Na disputa pela permanência na casa estão Marcelo, Bianca e Felipe.
Marcelo se auto indicou para a berlinda por conta da regra imposta pelo Big Fone, onde um dos acorrentados teria que se emparedar voluntariamente. Bianca foi indicada pela líder Thatiana.Todos os outros participantes passíveis de voto foram indicados, sendo que houve um empate entre Felipe, Natália e Gyselle, com dois votos cada um. Bione teve que dar o voto de minerva e, a líder indicou o paulista Felipe para enfrentar a carioca e o mineiro no Paredão.

Fonte: Yahoo! Brasil.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Após boom, Apple reduz produção de iPhone

SÃO PAULO - Após um boom de produção e vendas, a Apple está reduzindo sua produção de iPhones em até 60%, diz o FBR Research.
O grupo, que faz análises financeiras em Wall Street, consultou fornecedores de componentes da a Apple para montar a projeção. Segundo a FBR, a redução na produção se estende também aos iPods.
Após vendas elevadas no período de Natal, a Apple teria optado por refrear sua produção em função da baixa confiança do consumidor nos Estados Unidos, seu principal bancário.
A Apple estaria atenta à crise mobiliária e às notícias de recessão nos Estados Unidos. Os fatores negativos diminuem a disposição do consumidor em comprar bens de consumo, como eletrônicos.
Felipe Zmoginski, do Plantão INFO